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sábado, novembro 21, 2009

Que bom o YouTube fazer esta publicidade!

É a minha sugestão de prenda de Natal para pré-adolescentes e adolescentes que não tenham lido o Principezinho. (Para adultos também, mas que adulto dos nossos conhecidos não o terá lido?)

sábado, setembro 20, 2008

Campanha de ajuda a Cuba

O Henrique deixou-me o alerta - com pedido de divulgação, a que me associo - de uma Campanha de Solidariedade com Cuba face às necessidades prementes de alguns bens essenciais devidas à devastação dos últimos furações que por lá passaram.

“Amigos(as)
Aqui segue uma lista de instituições que se encontram a recolher os bens alimentares para ajuda ao povo cubano.
O primeiro avião com alimentos parte no dia 24 de Setembro, na próxima 4ª feira.
Ainda temos tempo para fazer chegar uma primeira ajuda a estes locais.
Depois deste outros se seguirão.
Toda a nossa disponibilidade solidária é importante!
Refiro os alimentos necessários:
- leite em pó
- massa
- arroz
- conservas

beijinhos a todos
Manuela Silva

locais de recolha de alimentos:
PORTOCOMCUBA
Rua Barão Forrester, 790
4050-272 Porto
Telefones: 962 539 884 / 966 316 201 / 938 460 221
Casa Sindical de Vila do Conde
Rua do Lidador, 46 - R/C - 4480-791 VILA DO CONDE - Telef. 252631478
Sindicato do Comércio, Escritórios - CESP (Delegação Porto)
Rua Fernandes Tomás, 626 - 4000-211 PORTO - Telef. 222073050
Delegação do CESP na Póvoa de Varzim
Rua da Junqueira, 2 - 4490-519 PÓVOA DE VARZIM - Telef. 252621687
CASA SINDICAL (TVC)
Av. da Boavista, 583 - 4100-127 PORTO - Telef. 226002377
Sindicato dos Professores do Norte
Rua D. Manuel II, 51-3.º - 4050-345 PORTO - Telef. 226070500
Sindicato da Construção e Madeiras
Rua de Santos Pousada, 611 - 4000-487 PORTO - Telef. 225390044
Casa Sindical de Santo Tirso
Rua Tomás Pelayo, - 4780-557 SANTO TIRSO - Telef. 252855470
União Local de Felgueiras
R. dos Bombeiros Voluntários, R/C - Esq.-T. - FELGUEIRAS - Telef. 252631478
Casa Sindical USP
Rua Padre António Vieira, 195 - 4300-031 PORTO - Telef. 225198600
Casa da Paz - (Secretariado permanente da Campanha)
Rua Rodrigo da Fonseca, 56 - 2º - Lisboa (perto do Marquês de Pombal)
Contactos
Telefones: 213 863 375 / 213 863 575
Fax: 213 863 221
Telemóveis: 962 022 207, 962 022 208, 966 342 254, 914 501 963

Campanha de ajuda humanitária ao povo de Cuba.
Porto mobiliza-se para a ajuda ao povo de Cuba.

A PORTOCOMCUBA, organização promotora da campanha de ajuda humanitária ao povo de Cuba lançada em Portugal na sequência da dramática devastação provocada pela passagem de dois furacões e uma tempestade tropical, apelou hoje em conferência de imprensa, à mobilização de todos os portugueses em torno do objectivo de, até dia 24 de Setembro, se reunir o maior número de embalagens de Leite em pó, massa, arroz e conservas para a ajuda imediata ao povo cubano.
A PORTOCOMCUBA reafirmou que sempre esteve e sempre estará solidária com o povo cubano nos momentos mais ou menos difíceis da sua história, e que assumirá a ajuda fraterna nesta circunstância de maior necessidade. Apelou ainda à compreensão geral da população em relação a estas necessidades imediatas do povo cubano.

______________________
A União de Sindicatos do Porto também se solidarizou com a campanha de recolha de alimentos para as vítimas dos furacões em Cuba, levada a cabo pela Comissão PortoComCuba.”

quarta-feira, setembro 03, 2008

Mas onde anda essa "Esquerda Crítica"? (Pergunto eu)

Eu não digo que não ande por aí, que não fale e não actue, mas aprecebo-me tão pouco dela que me pergunto se é distracção ou cegueira minha. E admito que seja, por isso a minha pergunta não é uma insinuação de que essa Esquerda Crítica mal se vê ou sente, é mesmo uma pergunta para que algum amigo tenha a paciência de me informar e abrir os olhos - eu sei que existe e tem voz, o que não sei bem é porquê se ouve pouco (ou poucos tentam ouvi-la?) e ainda menos age (ou poucos querem agir com ela?).

Passo a esclarecer a que me refiro (a transcrição está linkada para o texto integral, de João Paulo Serralheiro na Página da Educação):

A árvore da esquerda — não só da coisa educativa, mas em geral — mostra-nos ter hoje dois ramos, cada um com os seus galhos (uns vivos, outros secos). Um desses ramos é o da Esquerda Progressista, o outro o da Esquerda Crítica. O ramo progressista aceita o sistema capitalista. Parafraseando Greg Palast, a Esquerda Progressista deseja "a melhor democracia que o dinheiro pode comprar". O reflexo deste posicionamento na educação traduz-se num esforço para procurar políticas que promovam a melhor distribuição social dos benefícios do ensino e da educação, sem tocar na estrutura-base do sistema. Os pedagogos progressistas são os partidários das «coisas giras». Preocupam-se com o carinho a dar aos «meninos» e esgotam o seu esquerdismo em temas como «a igualdade de género», o acompanhamento social e psicológico dos «meninos-problema» e outros temas afins «muito giros». Nada que ponha radicalmente em causa os fundamentos do sistema, a desigualdade e a exploração capitalista. Por seu lado, o ramo crítico toma como sustentação do seu pensamento e acção o fim da exploração capitalista. Como modo de intervenção usa «o poder suave»[2], isto é, a aposta no debate, na cooperação e na renúncia a toda a acção violenta. O pensamento crítico não sendo compaginável com o capitalismo, não pode ser confundido com as «políticas de protesto» — populares num certo sindicalismo —, estas são, quando muito, um seu galho (seco), ainda que eu as veja como um epifenómeno da sociedade capitalista. O pensamento crítico, usando o poder suave, tem em conta o movimento dialéctico da sociedade e as suas rupturas. Reconhece que a maturidade política se revela em cada ser humano quando este assume livremente a sua sorte abandonando as suas pretensões infantis a mandar sozinho no Mundo e a impor-lhe as suas convicções, emoções, crenças, caprichos ou preconceitos. É o reconhecimento dos direitos políticos dos outros que nos permite assumir o nosso poder de facto, como prémio da nossa renúncia em querer para nós o poder e a verdade absoluta. Também em política «quem tudo quer tudo perde». A maioridade política é um processo em que nos inserimos e nos permite ver a democracia como a cidade onde os humanos conversam, se confrontam na Praça da República, argumentam e decidem cooperativamente sobre os caminhos mais aceitáveis. Caminhos de todos, despidos de violência e que nunca são perfeitos, ideais, acabados. São apenas caminhos públicos, aceitáveis, justos, transitórios e com rumo. O pensamento crítico, e o poder suave, trabalham para construir o colectivo (e o individual decorrente deste), numa dada geografia, num dado tempo e num projecto partilhado com os demais sujeitos do processo histórico.
P.S. O título deste post não significa que não tenha gostado do artigo de JPS - se não tivesse gostado, não o destacava.

sábado, fevereiro 09, 2008

Finalmente algumas boas notícias

Já estão divulgadas, inclusivamente na blogosfera, mas não posso deixar de vir aqui congratular-me. Bem está a ser preciso animar a malta!
(Espero que o link funcione, fui "roubar" o endereço através do Terrear - por aqui)
P.S.: Alterei o link para o Parecer na sequência do problema referido nos comentários .

-
"Tribunal aceita acção para travar avaliação docente"

___________
Adenda
E mais uma notícia neste fim de semana:

domingo, outubro 21, 2007

O Poder dos Professores

Esse é o título do Círculo Aberto, do JMA, no último número do Correio da Educação. Sugiro vivamente a leitura - pode ser lido aqui. (Sugiro não só a leitura, como também a participação na procura de caminhos face às questões colocadas)

terça-feira, outubro 09, 2007

Breve aparte - Destaque de imprensa

Analfabetos... mas diplomados - de Santana Castilho, no Público de hoje.
Como só está acessível online para assinantes, copiei para aqui para quem não tenha lido.

sábado, julho 07, 2007

Mas o que é isto??

Só hoje dei conta (distracção imperdoável) - alteração à Lei Sindical, ainda por cima com atropelos ao direito constitucional à negociação!

Por agora, deixo dois destaques elucidativos:

E faço também as perguntas que faz a FENPROF:


«Surpreendente é que, apesar dos sucessivos ataques movidos pelo Governo aos Sindicatos, à liberdade de exercício da actividade sindical, às regras da negociação e, de uma forma geral, às mais elementares normas do Estado de Direito Democrático, se tenham deixado de ouvir os verdadeiros socialistas que é suposto existirem no Grupo Parlamentar do PS. Por onde andarão?! Por que continuam a assumir este insuportável silêncio?!»

sábado, junho 30, 2007

Divulgando uma iniciativa de alunos




Foram alunos da
Teresa. Através da blogosfera, vi desenvolver-se a sua Sala 16. Esta continua activa e lançou agora a iniciativa Concurso Verão&Poesia. Deixo o meu pequeno contributo para a sua divulgação. Ver aqui.

terça-feira, junho 19, 2007

"Sem partido que o incomode"...

Regresso ao país e leio um artigo de António Barreto enviado pela Amélia Pais. Nem costumo gostar muito do que escreve A.B., mas, na minha opinião, este retrato que faz é lúcido e certeiro.

«(...)
Onde estão os políticos socialistas? Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado? Uns saneados, outros afastados. Uns reformaram-se da política, outros foram encostados. Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão. Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro. Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo. Manuel Alegre resiste, mas já não conta.
(...)
Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si. Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa. Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado. Nomeia e saneia a bel-prazer. Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos. É possível. Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade.»

Texto na íntegra pode ser lido aqui.

quarta-feira, junho 13, 2007

Sanções por delito de opinião - Ainda o caso da APM

Faço uma pequena interrupção no meu intervalo para deixar a notícia que a Maria Lisboa me fez chegar. Ler aqui.
É tempo de acabar com o silêncio complacente sobre a atitude de represália da actual equipa do ME e seus colaboradores face a opiniões críticas. Aguardemos...

quarta-feira, junho 06, 2007

Quando o exemplo de cima é propício...

Quando entro em intervalo ou pausa surgem sempre acontecimentos que me batem na cabeça não me deixando ficar em silêncio.
Ainda não deixei de pensar no caso de que, como outros colegas, tive conhecimento ontem logo pela manhã. A notícia (de Fevereiro) "Com leucemia - obrigada a dar aulas" pode ser lida aqui, não a transcrevo pois já foi divulgada na blogosfera. Transcrevo, sim, esse desabafo de enorme e justificada revolta pelo qual conhecemos o triste desfecho do caso, e que o colega Francisco me deixou ontem num post meu que oportunamente encontrou intitulado "Isto já não é só arbitrariedade prepotente, é demência (e violenta)":

"Apenas vos queria comunicar que essa professora, a minha colega Manuela Estanqueiro, foi hoje a enterrar às 15.30h no Cemitério de Cacia, em Aveiro.Estou REVOLTADO. Nem sabem o que me apetece fazer.Agora percebo porquê que às vezes lemos nos jornais casos de ajustes de contas a tiro.Por muito menos o fazem, por muito menos.Desculpem a crueldade mas, dizer menos que isto, era lutar contra um sentimento de justiça que me atormenta e é bem mais forte.Estou ENOJADO.ENOJADO!!!!!!!!!!!!!Francisco"

Quando, de cima, escasseia o exemplo de moral ou ética e de sensibilidade humana, não é de admirar que se propague um clima propício a que se aliem ao excesso de zelo servil tendências para exercício prepotente de pequenos poderes, tendências essas que podem tocar impunemente as raias da crueldade, como no caso acima citado, além de, como noutros casos de que vamos tendo conhecimento, darem largas à delação, a disfarçadas perseguições, à instalação de um ambiente de medo, enfim, a pelouros onde imperam tendências autocráticas de indivíduos que apenas esperam climas favoráveis a exercê-las.
Termino repetindo apenas o título deste post: Quando o exemplo de cima é propício...

terça-feira, abril 24, 2007

"Boys and girls need separate classes"

Que coisa, eu já tinha lido isto há quase quatro meses, e só agora é que a "novidade" chega cá?
(Por acaso tinha guardado o artigo, lembrei-me dele agora que estou a ouvir no noticiário da SIC esta ideia bombástica. Se alguém a quiser comentar, faça favor... - eu não comento, ando com falta de paciência)

segunda-feira, março 12, 2007

Não é novidade, só me apeteceu lembrar

(Não é novidade, mas também não é assim tão simples. Ele obedece, mas os outros também. Quem governa não tem rosto, chamam-lhe Sua Excelência O Mercado. E a sociedade humana vota e fica a ver. Esperando que pensem nela?)

Como sócia do SPGL e, neste caso, como aposentada, acabei de receber não só uma convocatória para um plenário de professores aposentados, mas também uma proposta de moção cujos considerandos não se confinam estritamente às questões da aposentação. O texto* dela é longo, deixo apenas uns excertos - não trazem novidades, só me apeteceu lembrar).

«(...)
Uma primeira constatação a fazer é que as medidas tornadas neste âmbito [aposentação] em Portugal têm que ser integradas, em particular, no contexto da política que a União Europeia (UE) preconiza para todos os países que a compõem (...)
Por exemplo, de onde deriva a norma para o aumento da idade para atingir a aposentação, que em Portugal tão zelosamente está a ser posta em prática?
Ela constituiu urna decisão da Cimeira da União Europeia, realizada em Barcelona a 15 e 16 de Março de 2002.
(...)
Todo o sistema de Segurança Social tem sido reorganizado no sentido de libertar o Estado dos seus encargos sociais e, ao mesmo tempo, obrigar os trabalhadores a terem que recorrer às Seguradoras privadas para engrossar os respectivos "Fundos de pensões" - que constituem o principal sustentáculo de toda a economia especulativa, que tem como peça central a Bolsa de Wall Street, nos EUA.
(...)
O governo liderado por Sócrates - no seguimento do que fizeram os anteriores - não tem feito mais do que aplicar à risca as "reformas" ditadas pela União Europeia (note-se que cerca de 80% da legislação produzida pela Assembleia da República constitui, desde há vários anos, uma mera transcrição de directivas emanadas da Comissão Europeia).
Daí a "medalha de bom comportamento" que foi de novo atribuída ao Governo português pela Comissão Europeia, na sua Informação IP/0611730 de 12 de Dezembro de 2006: "A Comissão identifica os seguintes pontos fortes do processo de reformas de Portugal: o lançamento de reformas abrangentes da Administração pública, as medidas destinadas a facilitar a criação de empresas na hora, o ajustamento em curso dos sistemas de pensões de velhice e as vastas medidas de consolidação no sector da saúde. "
(...) »
___________
* O texto pode ser encontrado na íntrega no site do SPGL. Não posso deixar link porque não tem endereço independente, figura entre outros de uma mesma página, além de que não pretendo fazer publicidade de textos ainda não aprovados nem discutidos.

sexta-feira, novembro 10, 2006

Um post a ler e a divulgar

Peço que leiam o post da Teresa Lopes, que inclui um texto da APDF - Associação Portuguesa de Doentes com Fibromialgia.
Início do texto: APDF mobiliza para Reunião de sab Doentes que tenham sido enviados para o trabalho após Junta Médica.

______
Adenda:

"TODO O MUNDO É CAPAZ DE SUPORTAR UMA DOR, COM EXCEPÇÃO DE QUEM A SENTE!"
William Shakespeare - in site da APDF