sexta-feira, março 05, 2010
Lembrando o tempo em que éramos jovens...
sábado, dezembro 19, 2009
domingo, novembro 29, 2009
quarta-feira, novembro 11, 2009
quinta-feira, junho 04, 2009
Pequeno intervalo
Pela marca que nos deixa |
terça-feira, maio 12, 2009
domingo, abril 19, 2009
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Preciosidades
Gracias a la vida que me ha dado tanto
Me ha dado la marcha de mis pies cansados
Con ellos anduve ciudades y charcos
Playas y desiertos ...
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
terça-feira, janeiro 13, 2009
Mas na pausa deixo a canção...
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will be as one
domingo, dezembro 21, 2008
Feliz Natal e feliz 2009 para todos os amigos e colegas!
que faça acordar os homens
e adormecer as crianças.
Eu preparo uma canção
em que minha mãe se reconheça,
todas as mães se reconheçam,
e que fale como dois olhos.
Caminho por uma rua
que passa em muitos países.
Se não me vêem, eu vejo
e saúdo velhos amigos.
Eu distribuo um segredo
como quem ama ou sorri.
No jeito mais natural
dois carinhos se procuram.
Minha vida, nossas vidas
formam um só diamante.
Aprendi novas palavras
e tornei outras mais belas.
Eu preparo uma canção
que faça acordar os homens
e adormecer as crianças.
Carlos Drummond de Andrade
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Então é Natal...
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Sinto falta de canções
Eh! Companheiro resposta
resposta te quero dar
Só tem medo desses muros
quem tem muros no pensar
todos sabemos do pássaro
cá dentro a qu´rer voar
se o pensamento for livre
todos vamos libertar
(...)
quinta-feira, dezembro 11, 2008
Canção nostálgica
Adiós, ríos; adiós, fontes;
adiós, regatos pequeños;
adiós, vista d'os meus ollos,
non sei cándo nos veremos.
Miña terra, miña terra,
terra donde m'eu criei,
hortiña que quero tanto,
figueiriñas que prantei.
Prados, ríos, arboredas,
pinares que move o vento,
paxariños piadores,
casiñas d'o meu contento.
Muiño d'os castañares,
noites craras d'o luar,
campaniñas timbradoiras
d'a igrexiña d'o lugar.
Amoriñas d'as silveiras
que eu lle daba ô meu amor,
camiñiños antr'o millo,
¡adiós para sempr'adiós!
¡Adiós, gloria! ¡Adiós, contento!
¡Deixo a casa onde nascín,
deixo a aldea que conoço,
por un mundo que non vin!
Deixo amigos por extraños,
deixo a veiga pol-o mar;
deixo, en fin, canto ben quero...
¡quén puidera non deixar!
Adiós, adiós, que me vou,
herbiñas d'o camposanto,
donde meu pai se enterrou,
herbiñas que biquei tanto,
terriña que nos criou.
Xa s'oyen lonxe, moi lonxe,
as campanas d'o pomar;
para min, ¡ai!, coitadiño,
nunca máis han de tocar.
Xa s'oyen lonxe, máis lonxe...
Cada balad'é un delor;
voume soyo, sin arrimo...
miña terra, ¡adiós!, ¡adiós!
¡Adiós tamén, queridiña...
Adiós por sempre quizáis!...
Dígoche este adiós chorando
desd'a veiriña d'o mar.
Non m'olvides, queridiña,
si morro de soidás...
tantas légoas mar adentro...
¡Miña casiña!, ¡mue lar!
Rosalía de Castro (Cantares Galegos)
sábado, outubro 18, 2008
Contemplação (Pensamento para o longe)
Adriano Correia de Oliveira. Contemplação.
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sexta-feira, outubro 10, 2008
Mixwit
Pus duas apenas para ver se resultava, aproveitando para recordar a voz da Joan Baez e lembrar que, apesar de desesperanças que às vezes temos, há sempre motivos para dar "gracias a la vida"...
segunda-feira, setembro 29, 2008
We are the world, we are the children... - Relembrando uma canção
Boa semana para todos!
sábado, setembro 13, 2008
Pensando especialmente neles...
(...)
Um menino caminha
E caminhando chega num muro
E ali logo em frente
A esperar pela gente o futuro está
(...)
Bom fim-de-semana e boa semana para todos!
terça-feira, setembro 09, 2008
Mas vou até o fim
terça-feira, julho 15, 2008
Tocando em frente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
Ando devagar porque já tive pressa
E levo esse sorriso porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
Só levo a certeza de que muito pouco eu sei
Eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
Compreender a marcha e ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro levando a boiada
Eu vou tocando dias pela longa estrada eu vou
Estrada eu sou
Conhecer as manhas e as manhãs,
O sabor das massas e das maçãs,
É preciso amor pra poder pulsar,
É preciso paz pra poder sorrir,
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história
Cada ser em si carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
