Mostrar mensagens com a etiqueta diversos não catalogados. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta diversos não catalogados. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, março 29, 2010

:-) (Recebido no mail)




Decidi aproveitar a vida com mais intensidade...
O mundo é louco, definitivamente louco...
O que é bom, engorda. O que é lindo, custa caro.
O sol que ilumina o teu rosto, enruga.
E o que é realmente bom nesta vida, despenteia...

- Fazer amor - despenteia.
- Nadar - despenteia
- Pular - despenteia.
- Tirar a roupa - despenteia.
- Brincar - despenteia.
- Dançar - despenteia.

- Dormir - despenteia.

- Beijar com ardor - despenteia.


É a lei da vida: Vai estar sempre mais despenteada a mulher que decide andar na montanha russa, que aquela que decide não subir.

Por isso, a minha recomendação a todas as mulheres:

Entrega-te, come coisas gostosas, beija, abraça,
dança, apaixona-te, relaxa, viaja, salta,
dorme tarde, acorda cedo, corre, voa, canta, arranja-te para ficares linda, arranja-te para ficares confortável,
admira a paisagem, aproveita, e acima de tudo:

Deixa a vida despentear-te!!!!

O pior que pode acontecer é que precises de te pentear de novo...

terça-feira, abril 04, 2006

"Silence in class"

Acabei de receber no mail o link para esta notícia do Guardian. Não me dou ao trabalho de escrever, nem sequer de comentar, sobre a propalada democracia do país que governa o nosso mundo, mas, como se trata da liberdade de opinião de professores, deixo para quem quiser ir ler.

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

Porque desejo já bom fim de semana

Quando se anda a ter que eliminar temas sobre política educativa, escola ou professores das conversas com os maiores amigos não professores (ou professores do ensino não "inferior"), os fios emaranham-se ainda mais e a cabeça fica a doer.
Que nos anda a acontecer? Para os amigos somos, claro, excepções, mas afinal porquê? Porque nos conhecem, mas não conhecem as escolas? Porque, sobre elas, sabem algumas verdades que nós também sabemos, mas conhecem só essas? Porque...?

De uma coisa tenho a certeza: se quiser ajudar um aluno incompetente a tornar-se um aluno competente, não o conseguirei se começar por lhe chamar incompetente. (Julgo que "aluno" é só um exemplo do que quero dizer, ou estarei enganada no que quero dizer para além dos alunos?).

Neste momento a quente sobre o que me levou a escrever as duas primeiras linhas (a quente, mas já tem havido outros em que um diálogo toca o agreste jamais antes possível) quero entrar em fim de semana, não quero durante ele pensar nem 99 vezes nem uma só nos referidos temas, não para mergulhar no silêncio em que a verdade é revelada pois não sou Einstein, mas para ir fazer apenas umas futilidades, depois um programa com os netos no domingo, e... reler também um dos poemas (em poema ou em prosa) de Vinícius sobre a amizade... ou talvez só algumas linhas... talvez daquele que está ali... e não só reler algumas dessas linhas, pensar também que Amigo...
...Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto dos ventos e das canções da brisa. (...) Não é preciso que seja de primeira mão (...) Não é preciso que seja puro, nem que seja de todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. (...) Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grande chuvas e das recordações de infância (...) contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. (...) (Vinícius de Moraes)

Entretanto, bom fim de semana aos amigos daqui... (leia-se da blogosfera).

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Adenda

Escrevi o post anterior na escola. Não tive uma aula, a turma fora escolhida para dar apoio no Corta Mato concelhio hoje realizado, onde participavam, claro, alunos da escola.
(Já agora, aproveito para dizer que o "meu" V., de que falei há dias a propósito de "despachar os repetentes", era o 1º dos cinco seleccionados na categoria Juvenis e ficou em 8º lugar - não dá para ir ao distrital, mas foi um bom lugar :) - ó colegas de Educação Física, eu não percebo nada do assunto, mas estou bem informada porque não deixo que esqueçam de me dar as notícias para o site da escola, e em tudo que é campeonato ou concurso os putos classificados adoram e merecem ver o seu nome na net).
Mas, dizia, escrevi na escola e depois é que me lembrei que a melhor resposta para disparates é o silêncio (já o dizia alguém).
Estou cada vez mais com o sentimento de que não me apetece escrever. Temporariamente. Não é desânimo, mas é capaz de ser cansaço de andar a querer ter paciência até se vislumbrar mudança neste mau ano escolar no nosso país.

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Antevéspera

Os meus netos deram-me flores, tenho a salinha cheia de margaridas.
Mas ouvi dizer que já houve uma sondagem, que o que se vende mais são flores de plástico, perdão, queria dizer flores artificiais. O seu fabrico tem sido tão aperfeiçoado que muitos já nem distinguem. Uns, as vendem em vasos com terra para ainda parecerem mais verdadeiras, outros, as compram para eles mesmos as porem em casa nos vasos - os primeiros para que as pessoas percam a mania de regar flores, os segundos para não terem o trabalho de as regar.
Entretanto, restam os que regam dia a dia as flores dos seus jardins e guardam entre duas páginas de um livro especial aquela especial que num dia especial receberam.
________________

Há homens que são capazes
de uma flor onde
as flores não nascem.
Outros abrem velhas portas
em velhas casas fechadas há muito.
Outros ainda despedaçam muros
acendem nas praças uma rosa de fogo.
Tu vendes livros quer dizer
entregas a cada homem
teu coração dentro de cada livro.
Manuel Alegre, Livreiro da Esperança - a Felisberto Lemos

sábado, dezembro 31, 2005

quinta-feira, dezembro 29, 2005

A doença do meu pc

O meu pc esteve em longa crise de loucura. Nem eu, em longas horas de diversos expedientes, incluindo 1000 formatações do disco (tirem-se 2 zeros e já não ficará muito exagerado), nem técnicos conseguiram trazê-lo à razão - ou melhor, trazer, trazíamos, mas era só deixá-lo a dormir que voltava a acordar com birras. Hoje levei-o ao Júlio de Matos, fizeram-lhe uma lavagem à bios (desconfio que com sabão macaco, à boa maneira antiga) e devolveram-mo bem condicionado a, finalmente, bom comportamento.
(Estes pcs andam a ficar demasiado autónomos!)

quinta-feira, dezembro 15, 2005

As férias deste blogue

A dona do blogue precisa de esvaziar a mente. Já fez as avaliações com os seus alunos, pelo que vai alhear-se o mais possível da "mais burocracia" das reuniões da próxima semana. Vai também fazer férias de escrever ou pensar Escola, Sistema Educativo, Educação-Ensino para o Século XXI, O que Estão a Fazer aos Alunos, aos Professores, à Escola deste País e outros temas afins.
Não significa isto que o blogue encerre para férias, ele também é um cantinho para me trazer ao pensamento que há flores, que continuam a existir homens que sonham e bolas coloridas nas mãos das crianças, "num perpétuo movimento"...

segunda-feira, dezembro 12, 2005

sexta-feira, novembro 18, 2005

A anedota do dia (verídica)

Walter Lemos, em 1993: É presidente da Assembleia Municipal de Penamacor; perde mandato por... excesso de faltas!

quarta-feira, novembro 09, 2005

Roots of Empathy

O Miguel Sousa chamou a atenção num seu post para um programa de sucesso no Canadá e pôs o link para o respectivo site informativo. Não resisti a esta foto...

quarta-feira, outubro 26, 2005

Ganhei o dia

Não quero fazer campanhas neste blog (política... só política educativa - aqui, claro), por isso não ponho o link. Mas acabei de ir parar por acaso a um blog onde li um texto - "Que fizeram dos nossos sonhos, Manuel?" - que contém (também) um momento pouco conhecido da nossa História, década de 60. Emocionou-me... ganhei o dia.

quinta-feira, setembro 29, 2005

Exercício de lógica

Quem me ajuda a encontrar os erros ou vícios de raciocínio?
(Que algum tem que haver nas minhas deduções mais abaixo, ilógico seria pensar que as conclusões eram tão fáceis)

Desculpem o entretenimento, até estou pouco interessada em discutir educação/ensino à luz de três ou quatro artigos de legislação - qualquer governo os altera rapidamente. Estou disponível, sim, para discutir à luz de princípios e, esses, não me lembro de qualquer despacho ou mesmo decreto com poder para os alterar em cada um.
Apenas aconteceu que uma interrogação receosa, embora incrédula, me passou pela mente. O abaixo-assinado lançado pela FenProf agradou-me porque se centra na dignidade da profissão docente. Entretanto, reentro no site da FenProf e o texto à cabeça fez que me perguntasse se afinal agora a grande questão era que todas as actividades de substituição de professores fossem pagas a todos, como se o pagamento já legitimasse ocupação/entretenimento de alunos, mesmo que com uma Coisa Qualquer.

Dedução 1
(Relativa a serviço obrigatoriamente considerado como extraordinário e extensivo a quaisquer actividades de substituição, não só a aulas caso o professor seja da mesma disciplina ou área do colega que falta - ECD)
-"Assegurar a realização, na educação pré-escolar e no ensino básico, de actividades educativas de acompanhamento de alunos, destinadas a suprir a ausência imprevista e de curta duração do respectivo docente" (dever, ECD)
-"O docente incumbido de realizar as actividades referidas deve ser avisado, pelo menos, no dia anterior ao início das mesmas" (ECD)
-Conclusão: O docente não tem que comparecer na escola para assegurar o serviço referido se não tiver sido avisado pelo menos no dia anterior, ou seja, a previsão, no seu horário, de horas expressamente destinadas a esse serviço, só poderia ser uma indicação de que estas são destinadas a eventuais prestações do mesmo, sob aviso.

Dedução 2 (Relativa a ocupação plena e legal dos alunos durante o seu horário lectivo)
- "Cada Conselho Executivo deverá proceder à aprovação de um plano de distribuição de serviço docente, identificando detalhadamente os recursos envolvidos, que assegure a ocupação plena dos alunos em actividades educativas, durante o seu horário lectivo, na situação de ausência imprevista do respectivo docente a uma ou mais aulas". (P.E. e Org. Ano Lectivo 2005/2006)
- Pressupõe-se que a Srª Ministra da Educação pretende que a ocupação plena dos alunos em actividades educativas abranja os tempos em que faltam professores sem que tal pretensão seja ferida de ilegalidade face a um decreto-lei em vigor - o Estatuto da Carreira Docente.
-Então (conclusão): Na ausência de um docente, a atribuição de horas de permanência obrigatória na escola não pode implicar que, nessas horas, os respectivos professores vão para as aulas das turmas, o que seria uma substituição requerendo aviso prévio, podendo apenas implicar que conduzam os alunos para actividades educativas alternativas (e as realizem com eles), previstas na escola com os recursos identificados detalhadamente pelo respectivo Conselho Executivo.

quinta-feira, setembro 08, 2005

Do arbitrário ao caricato

Só hoje me dei conta do ponto 7 do artigo 2º do Despacho n.º 17387/2005: "A ausência do docente à totalidade ou a parte do tempo útil de uma aula de noventa minutos de duração é, em qualquer dos casos, obrigatoriamente registada como falta a dois tempos lectivos."
Ainda recentemente, no 3º Período do anterior ano lectivo, tive uma impossibilidade de comparecer a horas à 1ª aula, o que, mais ainda do que em outras turmas, era bastante indesejável no caso - 9º ano. Procurei resolver o problema a tempo de ir dar o 2º tempo dos 90 minutos e até telefonei para a escola para que prevenissem os alunos. O telefonema nem era necessário, pois todos estavam informados sobre as regras dos dois tempos de cada bloco: Tal como os alunos (e para estes assim continuará a ser), os professores tinham um tempo de falta por cada um dos dois tempos do bloco de 90 minutos a que faltassem. Agora (arbitrariedede? despotismo? malvadez?) apanham logo com dois tempos de faltas mesmo que só faltem a um.

O caricato: Imagino a mesma situação neste ano. Tenho motivo imperioso a obrigar-me a faltar, mas conseguiria despachar-me a horas de comparecer no 2º tempo. Como já tenho falta ao bloco todo, vou dar uma volta a entreter-me até à aula seguinte e o professor substituto vai entreter os meus alunos mais um tempo além daquele a que precisava mesmo de faltar. Ou, mais caricato ainda, tenho um percalço no caminho que me atrasa, portanto chego à escola já com falta marcada e o professor substituto a entrar na minha aula, vou para a sala de professores aguardar a aula seguinte, e o professor substituto lá estará na minha aula também no 2º tempo do bloco a entreter os alunos, que até têm a sua professora na escola.

Atenção: Uma coisa é chegar atrasada, já ter a falta devida, os alunos por ali perto a perguntarem stora, não dá aula? e eu a dizer claro que dou, desculpem, atrasei-me, até já tenho falta, mas estou aqui. Outra coisa é sobrepor o direito dos alunos às aulas ao meu direito (e dever, no meu entender) a não me submeter, de cabeça rastejante, a penalizações sem critério (continua a estar escrito que "as faltas dadas a tempos registados no horário individual do docente são referenciadas a períodos de quarenta e cinco minutos" (ponto 6) - penalizações, ainda por cima, a quem se preocupava em dar ao menos um tempo na impossibilidade de dar os dois do bloco. Quando isto vem de quem, em primeiro lugar, deveria preocupar-se com os alunos no tempo em que anda a magicar como "carregar" nos professores, fico de facto muito indisposta a que me ponham em dilema.
Para já, deixo para os pais, tão apelativos, à Srª Ministra, por aulas de substituição, que apelem eles agora à mesma Srª Ministra que não exagere a maltratar os professores, não vão os malvados originar ainda mais aulas de substituição
.

quarta-feira, agosto 31, 2005

Fim das férias!

Que ideia essa de pintarem o fim de férias a cor de rosa!!! Ainda mudei para tons de cinza, mas depois lembrei-me das filosofias do pensamento positivo, do não contrariar os sinais que a vida nos dá, etc.... Bem, não foi a vida, foi só o Google que me acenou com o cor de rosa, mas, pelo sim, pelo não, decidi não contrariar...
Pode ser que o J.M. (o meu presidente) amanhã tenha alguma notícia cor de rosa. Além de que... que cor iria eu dar às férias do C.C. e da M.M. (equipa de horários), que se dispuseram a ter férias na 2ª quinzena de Julho para começarem a trabalhar a 1 de Agosto? (A puxarem pelos neurónios para não haver horários zero e para não porem tarefas absurdas nas tais horas...) (Ainda negam que os professores é que vão impedindo que as escolas vão ao fundo?)


Adenda (1 de Setembro) - Bom ano lectivo para todos!_____________________________________________________


Ya se ha abierto
la flor de la aurora.

(¿Recuerdas
el fondo de la tarde?)

El nardo de la luna
derrama su olor frío.

(¿Recuerdas
la mirada de agosto?)

Federico García Lorca

quarta-feira, agosto 24, 2005

Aos que aguardam colocação

Opening to Tomorrow


Karen Vernon

Eu sei que não sabem ainda para onde irão com a casa (leia-se vida) às costas... que nem sabem ainda quando vão saber. E solidariedade é uma palavra inútil perante a indiferença dos que comandam (sem pressa, que a vida dos professores não faz parte das prioridades) estavelmente sentados, e ainda afrontam com escândalos de certos subsídeos de deslocação. Deixo apenas estas flores, pensando no seu título. Porque eu acredito sempre num outro amanhã.

sábado, agosto 20, 2005

Ora esta...!




Métodos de ensino... manuais escolares... Onde estava a minha cabeça, para tais assuntos em férias??!!
Xôô... agora vai para fim de semana!