Mostrar mensagens com a etiqueta momentos com a música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta momentos com a música. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, junho 09, 2011

Noite com Maria Bethânia

Tinha bilhete conseguido com antecedência e a minha possibilidade de ir providenciada mas, entretanto, esqueci o bilhete. Lembrei-me a tempo, no próprio dia.   Bethânia é uma das cantoras que me encantam - não em todas as suas canções, mas em muitas.
Não sei se alterou o programa previsto como dedicado a Portugal, mas a primeira parte manteve essa dedicatória.
Foi bom ter-me lembrado do bilhete. Fez-me bem uma noite com a voz de Bethânia.


De Sophia...
(...)
E ao Norte e ao Sul
E ao Leste e ao Poente
Os quatro cavalos do vento
Sacodem as suas crinas

E o espírito do mar pergunta:


«Que é feito daquele
Para quem eu guardava um reino puro
De espaço e de vazio
De ondas brancas e fundas
E de verde frio?»
(...)




De Manuel Alegre...
(...)
     Meu amor é marinheiro
     e mora no alto mar,
     Coração que nasceu livre
     Não se pode acorrentar.


De Pessoa (Álvaro de Campos)...
(...)
       Mas, afinal,
       Só as criaturas que nunca escreveram 
       Cartas de amor 
       É que são
       Ridículas.
(...)

sábado, fevereiro 28, 2009

Um serão com Maria Bethânia





No Coliseu dos Recreios, a presença e a voz de Bethânia numa noite que fez bem à alma.










É verdade que não cantou algumas daquelas suas canções de que mais gosto, talvez por serem mais antigas, mas não se pode ter tudo num só espectáculo e este não deixou de ser belíssimo.

sábado, novembro 04, 2006

Um serão com Chico Buarque


Chico Buarque não actuava em Portugal há 13 anos.
(Não, não levei a máquina digital escondida, a foto é de há dias, no Porto - roubei-a a um vídeo da Sic Online - e eu fui vê-lo e ouvi-lo aqui, em Lisboa)

Veio apresentar principalmente o seu recente disco - Carioca -, aqui deixo uma das canções.
(Não retirei a 'minha' música de fundo pois basta pará-la ali no lado direito)



Outros Sonhos


Mas não coloco este post apenas para dizer que fui ao espectáculo. Aproveito essa ida para recordar aqui o Chico - vim de o ouvir com algumas das suas fabulosas canções na cabeça, canções antigas que ontem não cantou, por isso me apetece também deixar uma delas (afinal este cantinho é de memórias...)

Geni e o Zepelim

Ah! Falta contar que, no final da actuação, Chico Buarque cantou "uma canção que me liga a Portugal", uma versão de Tanto Mar que nos fez recordar que foi bonita a nossa festa :-(
Mas eu não gosto de terminar com um sorriso triste e, como acredito nas sementeiras, prefiro dizer...

Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
Nalgum canto do jardim


quarta-feira, julho 12, 2006

"Canto em Qualquer Canto"

Ney Matogrosso - actuou esta noite no Coliseu dos Recreios. Uma noite que ainda está comigo (já passou para novo dia), a não apetecer ir dormir para a reter nos ouvidos e nos olhos um pouco mais. Embora Ney tenha deixado para trás aquelas encenações excêntricas com que o recordo e que faziam da sua actuação um espectáculo original um tanto louco, a sua presença ainda tem, por vezes, leves reminiscências desse estilo passado, por exemplo na sua meneante entrada em palco com uma veste soberba, peito desnudado.
Ouço pouco Ney Matogrosso em disco apesar de estar entre os meus favoritos, era de não perder a oportunidade da sua actuação em Lisboa pois, em palco, ele torna grande a diferença fazendo do conjunto voz e presença uma exibição excelente, a meu ver.
A acompanhá-lo, um notável quarteto de cordas que inclui o português Pedro Jóia (alaúde e violão), sendo os outros instrumentistas Marcelo Gonçalves (violão de sete cordas), Ricardo Silveira (guitarra) e Zé Paulo Becker (viola e violão).

Em baixo, uma imagem de Canto em Qualquer Canto noutra actuação, no Brasil.

(Actuação Canto em Qualquer Canto gravada
para o programa de fim de ano de 2004 do Canal Brasil)

Aqui fica um bocadinho de som - de Bandoleiro, e também de Duas Nuvens na 1ª parte em que só Pedro Jóia acompanha.