Com o agradecimento à Amélia Pais
quarta-feira, abril 20, 2011
sábado, abril 16, 2011
Eu diria antes "Meu Mundo"
MON PAYS
Vois-tu
nous avons d'abord bâti dans du sable,
le vent a emporté le sable.
Puis nous avons bâti dans du roc,
la foudre a brisé le roc.
Il faut qu'on pense sérieusement à batir
dans l'homme.
Ahmed Bouanani
Poeta marroquino
1939, Casablanca
Vois-tu
nous avons d'abord bâti dans du sable,
le vent a emporté le sable.
Puis nous avons bâti dans du roc,
la foudre a brisé le roc.
Il faut qu'on pense sérieusement à batir
dans l'homme.
Ahmed Bouanani
Poeta marroquino
1939, Casablanca
O meu país
Vê bem
Construímos primeiramente na areia
o vento levou a areia
Depois construímos na pedra
o raio quebrou quebrou a pedra
Temos de pensar seriamente em construir
no homem
(Tradução da Amélia Pais)
quinta-feira, abril 14, 2011
terça-feira, abril 12, 2011
Portugal visto lá fora versus Só males o que nos mostram cá dentro
Agradeço ao meu amigo Francisco os dados que me enviou relativos apenas a um período de um mês - de 1 de Fevereiro a 2 de Março do corrente ano de 2011. Desculpa, Francisco, e desculpem os meus eventuais leitores, mas perdi a paciência, não vou trancrever os textos, nomeadamente em Inglês, das fontes como o Eurostat, Comissão Europeia, etc., fico por um curto post em jeito de índice de notícias. Deixo a quem estiver interessado e duvidar a procura das fontes (legítimo direito à dúvida, mas eu também tenho direito à falta de paciência e, portanto, a enunciar o que poderão procurar para se certificarem, como o Francisco fez. Ver também no blogue fado positivo).
O povo português merecia que certos dados lhes fossem divulgados ou escritos em destaque em vez de em notícia secundária (e reparem que só referirei um período tão recente e tão curtinho), para ao menos poderem ter uns grãozinhos de orgulho no seu país numa fase em que nada nos orgulhamos dele via políticos, politiqueiros e comentadores.
01-Fev-2011 Inovação: Nos últimos cinco anos, Portugal foi o país da UE que mais cresceu no ranking europeu. (A rubrica em que Portugal mostra um melhor resultado - e está mesmo em terceiro lugar face os países da Europa a 27 - é no item "Inovadores", isto é, dos países com empresas que declaram ter introduzido produtos ou processos inovadoras no mercado, conseguindo com eles uma maior eficiência na utilização de recursos ou na diminuição dos custos de produção.)
03-Fev-2011 Comércio português com maior crescimento em toda a Europa
Eurostat diz-nos que o volume de vendas no comércio caiu 0,6% em Dezembro face ao mês anterior, mas destaca Portugal como dos poucos países onde houve uma melhoria. As vendas do comércio cresceram 4,7%, praticamente o dobro do segundo país com melhor comportamento, a Polónia com 2,4%.
07-Fev-2011 Encomendas estrangeiras à indústria nacional sobem 47,5% em Dezembro
INE diz que em Dezembro (na realidade a média móvel dos últimos 3 meses), o índice de Novas Encomendas na Indústria voltou a aumentar 24,7% face ao mês homólogo. A parte devida ao mercado externo cresceu mesmo 47,5%, depois de já ter crescido 44% em Novembro, sendo que houve crescimento em todos os séctores da indústria.
15-Fev-2011 Eurostat destaca indústria portuguesa como tendo o segundo maior crescimento
01-Mar-11 2010 Um excelente ano para o turismo
Banco de Portugal via Público
Eurostat
Público:
Apesar dos receios iniciais, o turismo conseguiu alcançar o melhor resultado de sempre em 2010.
02-Mar-2011 Instituto Gulbenkian Ciência entre os melhores do mundo para trabalho de investigação
The Scientist:
O The Scientist sondou vários doutorados a fazer investigação em todo o mundo sobre a qualidade do centro de investigação onde estão a fazer o seu postdoc. O IGC em Oeiras, aparece nos TOP10 das melhores instituições fora dos EUA, com o nono lugar.
__________________
Aparte meu: Que terão pensado lá fora quando se preferiu e se consentiu chamar o FMI para vir aplicar uma agenda neoliberal de emagrecimento do estado e privatização dos serviços públicos? (Que o que quer vir a ser 1º Ministro preferiu isso mesmo, não tenho dúvidas; que o que quer continuar 1º Ministro preferiu, não sei, mas não me admira se preferiu passar a bola dos disparates e dos erros cometidos pelas tendências do seu pé direito; que o Presidente da República consentiu, disso é que não há dúvidas)
__________________
Aparte meu: Que terão pensado lá fora quando se preferiu e se consentiu chamar o FMI para vir aplicar uma agenda neoliberal de emagrecimento do estado e privatização dos serviços públicos? (Que o que quer vir a ser 1º Ministro preferiu isso mesmo, não tenho dúvidas; que o que quer continuar 1º Ministro preferiu, não sei, mas não me admira se preferiu passar a bola dos disparates e dos erros cometidos pelas tendências do seu pé direito; que o Presidente da República consentiu, disso é que não há dúvidas)
sábado, abril 09, 2011
sexta-feira, abril 08, 2011
Se deixares este vídeo por ver, perdes a oportunidade de melhor conheceres a estratégia que cilindra povos, que cilindra um povo, que pode cilindrar-te a ti
Precisas de disponibilizar 1h 17m... podes prescindir de ver um jogo de futebol ou de uma ida a um qualquer cinema...
Noami Klein (2009) - breves excertos:
Um período de crise como a que vivemos neste momento é um bom momento para pensar na história, pensar nas continuidades históricas, pensar nas raízes. É um bom momento para nos situarmos na mais longa história da luta humana. (início)
(...........................................................................................)
Esta crise está entendida por quase todo o mundo como resultado directo desta particular ideologia que crê na desregulação e na privatização. Algo para recordar neste momento, quando há tanta coisa em jogo.
O que dá mais esperança na crise económica é que esta tática está-se a cansar, porque o elemento surpresa já não existe. Estamos a tornar-nos resistentes ao choque. A doutrina do choque como estratégia depende do nosso desconhecimento acerca dela para que possa ter êxito.(...)
Apesar da retórica populista acerca de agarrar os peixes gordos para proteger os débeis e salvar a economia real, estamos a assistir a uma transferência de riqueza de tamanho incomensurável. Trata-se de uma transferência de riqueza desde mãos públicas, desde as mãos do(s) governo(s), recolhida da gente comum, através de impostos, para as mãos dos indivíduos e empresas mais ricos do mundo. Não necessito dizer que são as mesmas pessoas e empresas que criaram esta crise. (...)
(A história) ensina-nos que se queremos resposta a esta crise económica que nos conduza a um mundo que seja mais saudável, que seja mais justo, que seja mais pacífico, vamos ter que sair à rua e obrigá-los a serem eles a fazê-lo.
segunda-feira, março 28, 2011
sexta-feira, março 25, 2011
Jacob pensa no que quer ser...
Jacob pensa no que quer ser
Jacob pensa no que pode ser quando for grande.
— Talvez carpinteiro — diz Jacob. — Lixar bem as arestas para que ninguém se magoe.
— Por exemplo… — diz Catarina.
— Talvez cobrador de autocarro — diz Jacob. — Alguém que sabe quando se deve sair e mudar.
— É possível — diz Catarina.
— Talvez palhaço — diz Jacob — com uns sapatos enormes, para fazer rir as pessoas.
— Também pode ser — responde Catarina. — Podes ser muitas coisas, quem sabe? Mas, em todo o caso, tens de ser alguém que escute com atenção. Alguém que saiba guardar um segredo. Alguém que não se ria quando vir alguém a chorar. Alguém que seja capaz de ajudar os outros. Alguém de quem se goste… Se fores assim, tanto faz que profissão possas ter.
— Tens razão — diz Jacob.
Lene Mayer-Skumanz,1986 - Via Clube das Histórias
quarta-feira, março 23, 2011
segunda-feira, março 21, 2011
Dia Mundial da Poesia
E primeiro dia da Primavera... dia em que faz anos que fui avó pela primeira vez :)
Com o agradecimento à Amélia Pais
Com o agradecimento à Amélia Pais
sábado, março 12, 2011
Hoje apeteceu-me recordar Portugal no Festival da Eurovisão...
... talvez porque estou a sentir-me constrangida?
1973 - a canção que a censura não percebeu!
6 de Abril de 1974 - seria a 1ª senha pouco mais de duas semanas depois
1975 - interpretada no festival por um dos capitães de Abril
sexta-feira, março 11, 2011
segunda-feira, março 07, 2011
Hoje apetece-me...
... poesia musicada naquela que é, para mim, a mais bonita língua do mundo.
Talvez um gesto de rebeldia contra a tornada universalmente obrigatória língua inglesa (desculpem a heresia de dizer que acho um grande feito terem conseguido escrever, com ela, grandes obras literárias); rebeldia também contra o destronar do saudoso privilégio à língua francesa nas nossas escolas.
Recordando Leo Ferré, que amou e cantou grandes poetas franceses...
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
Cuidado, que andam a empurrar o País para o mais visceral neoliberalismo!
Até há pouco tempo, não me imaginaria a escrever o que vou mesmo escrever. Mas começo por esclarecer duas coisas:
1. Tenho o mesmo direito de expressar o que ando pensando que têm todos os que pensem o contrário - direito que respeito e defendo para todos.
2. Nunca gostei, nem gosto de José Sócrates (como político/governante), nem nunca votei no Partido Socialista - nem penso votar, pois mesmo 'voto útil' para mim não é esse - porque meteu na gaveta bastantes dos princípios (ou ideais, ou utopias, se assim lhes quiserem chamar) que tenciono manter até morrer, dado que o mundo continuará, mesmo que a mudança para a justiça e o humanismo seja longínqua - ficarão cá por mim os netos, depois os bisnetos, e os bisnetos dos bisnetos...
O ódio cega. E a comunicação social nada nos diz de verdades (seleciona meias verdades, omite verdades que no momento não são (ou já não são) convenientes, ajusta-se às suas conveniências futuras mais previsíveis; comentadores e mais comentadores... são ardilosos; e, pior que tudo, nunca como agora o poder político foi tão inexistente, não só cá mas por toda a União Europeia (para falar só desta), nunca como agora foi tão impotente perante o verdadeiro poder que está governando o mundo (sempre esteve, mas hoje muito mais ainda) nos meandros subterrâneos e tentaculares dos interesses económicos gananciosos e indiferentes ao mundo do futuro dos próprios netos ou bisnetos.
De repente, desde há não muito tempo, fiquei mais do que assustada, quase que diria aterrorizada. Não por causa da dita "crise". Porque, como já disse, o ódio cega, e são ardilosas as campanhas veladas para fomentar ódio no povo português (o povo, mesmo povo, em que não é genuino esse sentimento), bem como para manter e alimentar, alimentar, alimentar ódios individuais e ódios de corporações (sim, corporações, chamemos as coisas pelos seus nomes). E até a classe política à esquerda do PS parece ter ficado cega!!
Jamais me imaginei a escrever o que vou continuar a escrever, nem há uns tempos acreditaria que alguma vez o fizesse, pois não gosto do PS, muito menos de Sócrates. Mas, desde que o líder do único partido que, sozinho ou de braço dado com seu apêndice, realisticamente poderá ser alternativa de governo, desde que esse líder, dizia, se revela sem grande pudor ideologicamente bem enraizado no mais acérrimo neoliberalismo, as tendências do pé direito de Sócrates para escorregar para esse lado (que tanto foram salientadas criticamente nesta blogosfera, inclusive por mim própria) não têm comparação - perante um perigo que não é mortal e um perigo de morte, hoje não hesito em dizer que o ódio cegou os que não querem a morte, e pode ser inculcado (ou já está a ser) no povo português que não quer essa morte de que falo. Falo da morte do Estado Social (o possível neste momento, mas acho que ninguém vai chegar ao extremo de acusar o PS, ou mesmo Sócrates, de também o querer abater); falo da morte da Escola Pública, que, é verdade, está doente e Sócrates bem contribuiu cretinamente para a doença (pelo menos por consentimento), mas não pretendeu assassiná-la; e falo até da morte ou da profunda mutilação do bem mais precioso que temos como garante do Abril que tivemos e que é a nossa Constituição - revista, com algumas alterações provavelmente adequadas, mas sempre garantia das nossas esperanças, ainda que com alguns desrespeitos (é verdade) dos governos de Sócrates, todavia com a condescendência de quem tem o supremo dever de garantir o seu respeito.
Não, não gosto de Sócrates. Sim, considero que cometeu bastantes erros graves e que se preocupa demais com as suas propagandas e de menos com o país. Mas não vou ao ponto de cegar, e pergunto-me como é que a própria esquerda parlamentar parece ter cegado, parece não ver os perigos de morte acima dos perigos da ala direita mais a ala silenciosa do Partido Socialista, perigos que, apesar de tudo, comparativamente, se tornam perigositos.
Até porque ninguém na comunicação social lembra ao povo português que Sócrates não fez só disparates. É preciso ir fora do país para se ser lembrado de que também fez coisas bem prestigiadas no exterior e até apontadas como exemplos a seguir por entidades insuspeitas, como me dizia hoje um amigo.
Não, nunca me passara pela cabeça até há pouco tempo vir chamar a atenção, como quem defende o nosso actual Governo, para que, se entre todos os governos presentemente tão manietados como o nosso, vários não gostam do jugo, o nosso também não, apesar de tudo. Enquanto que o líder da alternativa não sentirá como jugo aquilo de que visceralmente gosta e que defenderá e praticará tanto quanto lhe dêem oportunidade para isso.
Bolas, até a classe política à esquerda do PS cegou?!
Sinto-me quase aterrorizada, e apetece-me gritar a pergunta a todos os ventos. Mas só me restam os ouvidos das paredes deste meu cantinho.
Não tenho poder para gritar um alerta. Mas sim, estou sim a escrever o que ainda há um ou dois meses não acreditaria vir a escrever. Sim, estou sim a desejar que, entre as duas alternativas realisticamente possíveis, ganhe as eleições legislativas, sejam lá quando forem, este PS que até detesto - detesto, mas não perco a lucidez. Sim, estou sim a temer que a percam, por ódios ou ressentimentos, os que, como eu, afinal também temem uma possível maioria absoluta de um acérrimo neoliberalismo à solta.
Disse.
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
Um pedacinho de um poema...
... pedindo desculpa ao meu cantinho pela minha ausência.
O OCEANO
Eis-me na tua companhia. Diálogo deslumbrante.
Ó oceano! escuta bem este meu canto!
Nós somos dois a misturar os nossos ritmos harmoniosos.
Na vastidão desértica da vida árida
Só tu és meu amigo.
Bastou-me contemplar tua beleza
E logo minha alma triste se alegrou.
E mais do que a presença d'amigos dilectos
Tua presença a solidão preenche nos meus pensamentos.
Tu existes, sim, tu existes, e tal não é suficiente
Para desvanecer, da minha vida, a angústia?
Dize-me, há em ti remédio para as minha feridas?
É em ti que reside a liberdade fora do obscuro?
Ou, por outra, será que tu e eu estamos ambos ligados
À fatal alternância do dia e da noite?
Hoje, ficarei junto de ti até anoitecer.
Eis que te trago a minha esperança, peço-te protecção.
Eu canto o grande movimento da tua música, o espectáculo
Eterno d'altas vagas que se quebram e, muito ao longe, o teu eco legião.
(...)
ABDEL KARIM AKKUM
(Via Amélia Pais)
O OCEANO
Eis-me na tua companhia. Diálogo deslumbrante.
Ó oceano! escuta bem este meu canto!
Nós somos dois a misturar os nossos ritmos harmoniosos.
Na vastidão desértica da vida árida
Só tu és meu amigo.
Bastou-me contemplar tua beleza
E logo minha alma triste se alegrou.
E mais do que a presença d'amigos dilectos
Tua presença a solidão preenche nos meus pensamentos.
Tu existes, sim, tu existes, e tal não é suficiente
Para desvanecer, da minha vida, a angústia?
Dize-me, há em ti remédio para as minha feridas?
É em ti que reside a liberdade fora do obscuro?
Ou, por outra, será que tu e eu estamos ambos ligados
À fatal alternância do dia e da noite?
Hoje, ficarei junto de ti até anoitecer.
Eis que te trago a minha esperança, peço-te protecção.
Eu canto o grande movimento da tua música, o espectáculo
Eterno d'altas vagas que se quebram e, muito ao longe, o teu eco legião.
(...)
ABDEL KARIM AKKUM
(Via Amélia Pais)
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Pois...
MON PAYS
Vois-tu
nous avons d'abord bâti dans du sable,
le vent a emporté le sable.
Puis nous avons bâti dans du roc,
la foudre a brisé le roc.
Il faut qu'on pense sérieusement à batir
dans l'homme.
Ahmed Bouanani
Poeta marroquino
1939, Casablanca
Vois-tu
nous avons d'abord bâti dans du sable,
le vent a emporté le sable.
Puis nous avons bâti dans du roc,
la foudre a brisé le roc.
Il faut qu'on pense sérieusement à batir
dans l'homme.
Ahmed Bouanani
Poeta marroquino
1939, Casablanca
(Via Amélia Pais)
terça-feira, fevereiro 15, 2011
domingo, fevereiro 13, 2011
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
10 dos ingredientes do sucesso educativo
No TERREAR não faltam conjuntos de "Mandamentos" preciosos para o sucesso educativo. Mas os que se seguem não são citações da literatura da especialidade, incluindo a da investigação. São 10 alíneas do JMA num post já não visível na págima principal. Com a sua autorização, tenho vomtade de as deixar aqui no meu cantinho.
i) a prática sistemática de auscultação e escuta para 'ver' e compreender a natureza dos probelmas da aprendizagem; ´
ii) o envolvimento activo dos pais nas tarefas de valorização do trabalho escolar;
iii) construção partilhada da responsabilidade pelas aprendizagens;
iv) a valorização do trabalho, da persistência, do esforço;
v) o desenvolvimento de uma pedagogia do "obstáculo", colocado na "zona de desenvolvimento próximo";
vi) a construção de geometria varíavel de respostas, seguindo o modelo clinico da análise e da tomada de decisão;
vii) o incremento de uma pedagogia da diferenciação de métodos, de conteúdos e de procedimentos de avaliação;
viii) o reforço do trabalho da equipa pedagógica e da articulação horizontal;
ix) o desenvolvimento de posturas de desafio, aposta e confiança nas potencialidades dos alunos;
x) o incremento de uma "avaliação activa" que implica os alunos no trabalho e na construção e controlo dos resultados.
ii) o envolvimento activo dos pais nas tarefas de valorização do trabalho escolar;
iii) construção partilhada da responsabilidade pelas aprendizagens;
iv) a valorização do trabalho, da persistência, do esforço;
v) o desenvolvimento de uma pedagogia do "obstáculo", colocado na "zona de desenvolvimento próximo";
vi) a construção de geometria varíavel de respostas, seguindo o modelo clinico da análise e da tomada de decisão;
vii) o incremento de uma pedagogia da diferenciação de métodos, de conteúdos e de procedimentos de avaliação;
viii) o reforço do trabalho da equipa pedagógica e da articulação horizontal;
ix) o desenvolvimento de posturas de desafio, aposta e confiança nas potencialidades dos alunos;
x) o incremento de uma "avaliação activa" que implica os alunos no trabalho e na construção e controlo dos resultados.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





