Nota: O vídeo tem apenas a segunda parte. Podem vê-lo mais completo aqui, onde é pena faltar no título a referência de "Ballet Chinês".
terça-feira, dezembro 01, 2009
Um momento de beleza...
Nota: O vídeo tem apenas a segunda parte. Podem vê-lo mais completo aqui, onde é pena faltar no título a referência de "Ballet Chinês".
domingo, novembro 29, 2009
sexta-feira, novembro 27, 2009
Objectivo: eliminar parte da população mundial? Infelizmente, não me espanta!
E a influência e os interesses das grandes companhias farmacêuticas são terríveis.
Não deixem de ver o vídeo.
domingo, novembro 22, 2009
O fascinante "número de ouro"
[Ando a fazer um projecto no Scratch em partilha com o meu amigo e grande Scratcher Fred para mostrar ao menos dois exemplos dessa geometria na natureza- ele está a fazer o nautilus e eu estou a tentar fazer uma pinha mostrando as espirais que a formam (ainda não sei é se conseguirei, pois uma coisa é entender a matemática no papel, outra ainda complicadíssima para mim é aplicá-la no Scratch)]
A propósito, lembrei-me de deixar aqui dois exemplos, mas não na natureza (ambos quadros de Seurat). Porque todos (ou quase todos) os grandes pintores usaram essa proporção em que a razão é o "número de ouro" (número irracional, tal como o conhecido Pi).
sábado, novembro 21, 2009
Que bom o YouTube fazer esta publicidade!
segunda-feira, novembro 16, 2009
A Casa de nossos filhos ou netos - a Terra - em perigo
domingo, novembro 15, 2009
Descobrindo mais potencialidades pedagógicas do Scratch
Clicar na imagem para ver o projecto e ligar o som:
Uma imagem do projecto onde se verá tenuamente o rasto do voo da borboleta
em espiral de Fibonacci:
Nesta, como se vê, apenas arcos de circunferência
depois de completada a visualização do enchimento:
Nota: Os inscritos no MIT ou no Sapo Scratch que tenham o programa instalado podem fazer o download de qualquer projecto, o qual abre automaticamente no nosso programa permitindo vê-lo "por dentro", ou seja, como foi feita a programação (a fim de estudar procedimentos, não de copiar, claro).
__________
Adenda
Deixo aqui os meus parabéns à 3za (já lhos dei, mas repito) por o seu "Scratch Time" (clube para os alunos) estar entre os 50 finalistas (TOP50) de um concurso internacional 2009.
quarta-feira, novembro 11, 2009
terça-feira, novembro 10, 2009
Flores do meu "jardim"
Mas antes das minhas flores...
| Para receber o orvalho as flores abriram as suas portas ao dia. Albano Martins (*) |
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(*) Albano Martins (1995). Com as Flores do Salgueiro. Porto, Ed. Universidade Fernando Pessoa.
Imagem daqui
sábado, outubro 31, 2009
Haikus (ou Haikais)
quinta-feira, outubro 29, 2009
Hoje voltei aos bancos da escola ;)
Pois... Eu gosto muito de estar na situação de aluna. Gostei muito quando, em tempos, fiz um "curso pós-graduação" (entre aspas porque não sei se ainda se chama assim ou até se a modalidade ainda existe), tal como gostei muito quando fiz mestrado, então já avó. (Bem... não era assim tão velha, fui avó pela 1ª vez bastante cedo... lol).quarta-feira, outubro 28, 2009
segunda-feira, outubro 26, 2009
Desejando a todos boa semana...
Dir-se-ia de repente
O horizonte é mais vasto e generoso
O coração repousa
Um pouco
Distende as asas
Mas sem levantar voo
Alberto de Lacerda (1947- 2007)
(Via Amélia Pais)
domingo, outubro 25, 2009
terça-feira, outubro 20, 2009
Momento poético e musical
Vem devagar sobre a corda da minha espera
ninguém saiu à rua mas há rosas
assim a tarde assim a mudança em disfarce
Demora-se a loucura e a camisa
e o teu corpo moreno espalha-se pelas ruas
Vem devagar
o sol teceu a tarde para o nosso encontro
o sol, caindo, insiste para que nos vejamos
Ossanha
Para acompanhar o poema:
Com o agradecimento à Amélia Pais
segunda-feira, outubro 19, 2009
Uma manhã duplamente feliz
Foto "roubada" do Aragem
quarta-feira, outubro 14, 2009
Para reflexão, com Rubem Alves
«O que nós temos nas nossas escolas é que as nossas escolas se parecem mais com linhas de montagem. (...). Quando a criança é aprovada por causa das notas, os burocratas assumem que elas aprenderam. Vocês sabem que elas não aprenderam. E porque é que vocês sabem que elas não aprenderam? Porque vocês mesmos as esqueceram. (...) Se os professores que preparam os alunos para os vestibulares forem fazer o exame, eles serão reprovados, porque cada um só será aprovado na sua própria disciplina. É duvidoso que o professor de Português vá resolver problemas de Física ou de Química. Então façam a seguinte pergunta: Se todos serão reprovados, por que é que os nossos pobres adolescentes têm que saber tantas coisas que serão totalmente esquecidas? Mas os burocratas não percebem isso. Eles pensam que se você passar no exame, você sabe. Não sabe, é mentira.
Um amigo meu (...) me contou que uma vez resolveu fazer uma brincadeira com os alunos. Ele pediu aos alunos que escrevessem numa folha de papel a pergunta que mais provocava a sua curiosidade. As perguntas eram do tipo: por que é que a água fervendo endurece o ovo e amolece a cenoura? (Vocês já pensaram nisso?); por que é que a chuva cai em gotas e não cai toda de uma vez? (Eu sempre tive terror de que a chuva caísse toda de uma vez); o que é que veio primeiro, o ovo ou a galinha? (... Esse é um problema racional muito sério, um problema lógico que estava colocado na pergunta da criança. As crianças são extremamente inteligentes); por que é que as pessoas boas morrem mais cedo?; por que é que há pessoas que não gostam de árvores?.
Rubem Alves termina assim esta conferência (da qual o extracto acima é quase no início):
«Há coisas úteis que precisam de ser ensinadas. Mas todas as coisas úteis só têm um objectivo: tornar possível a beleza, a arte. E quando nós como professores nos descobrimos como aqueles que tornam possível o aparecimento da beleza, então nós nos sentimos bonitos, e então a gente funda a nossa banda de jazz.» (Destaque meu)
terça-feira, outubro 06, 2009
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos
e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado.
A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá pra almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra.
E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos.
E aceitando os números aceita não acreditar nas negociações de paz,
aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
A lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a ganhar menos do que precisa.
E a fazer filas para pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e a ver cartazes.
A abrir as revistas e a ver anúncios.
A ligar a televisão e a ver comerciais.
A ir ao cinema e engolir publicidade.
A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição.
As salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
A luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias da água potável.
A contaminação da água do mar.
A lenta morte dos rios.
Se acostuma a não ouvir o passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães,
a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai se afastando uma dor aqui,
um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se o cinema está cheio a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se a praia está contaminada a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.
Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo
e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se
da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta e, que gasta,
de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marina Colasanti
Com o agradecimento à Amélia Pais
segunda-feira, outubro 05, 2009
No Dia do Professor...
sábado, outubro 03, 2009
Aquisição súbita
E, assim, foi uma decisão súbita, tudo num dia (mas tinha que ser aquele branquinho!). Logo que recebi o email da Teresa com as características todas... zás... fui direitinha à FNAC. E como disse à Teresa que, se me decidisse à aquisição, logo lhe diria demonstrando com uma foto...
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